quarta-feira, 31 de agosto de 2016

Chapecoense vai ao ataque para alcançar a classificação em casa diante do Cuiabá

Como perdeu o jogo de ida, Verdão precisa vencer por dois gols de diferença

Chapecoense vai ao ataque para alcançar a classificação em casa diante do Cuiabá Arte/DC
Foto: Arte / DC
 
 
darci debona
 
Atacar o Cuiabá desde o início da partida, que começa às 21h45min, na Arena Condá, será a missão da Chapecoense para buscar a classificação para a próxima fase da Copa Sul-Americana. Como perdeu o jogo de ida por 1 a 0, em Cuiabá, o time catarinense precisa vencer por dois gols de diferença. Vitória por 1 a 0 leva a decisão para os pênaltis e, se sofrer gol, não basta a diferença de um gol, em virtude do gol qualificado, que é aquele feito na casa do adversário.
Por isso, o técnico Caio Júnior já avisou que vai postar o time de forma diferente da que atua no Campeonato Brasileiro.
– Teremos um desenho mais ofensivo – adiantou.
Ele disse que o time matogrossense se defende bem e por isso há a necessidade de criar bastante.
O time vai mudar em quatro posições em relação ao que iniciou a partida de domingo, contra o Flamengo.
Kempes e Martinuccio, lesionados, dão lugar a Bruno Rangel e Lucas Gomes. Outras duas mudanças são por opção do treinador. Mateus Caramelo entra na lateral-direita no lugar de Gimenez e o volante Sérgio Manoel entra no lugar de Gil.
Para lotar o estádio, a diretoria fez promoção de ingressos.


FICHA TÉCNICA


CHAPECOENSEDanilo, Mateus Caramelo, Willian Thiego, Filipe Machado e Dener; Josimar, Sérgio Manoel e Cleber Santana; Hyoran, Lucas Gomes e Bruno Rangel. 
Técnico: Caio Jr.
CUIABÁAndré, Dedé, Douglas, Diogo e Maninho; Carlão, Leo Salino, Dakson e Paulinho Mocelin; Juba e Tiago Amaral. 
Técnico: Roberto Fonseca.
Horário: 21h45min
Arbitragem: Jesus Valenzuela, Luis Murillo e Tulio Moreno (trio da Venezuela)
Local: Arena Condá, em Chapecó.

Ingressos: R$ 20 (Geral), R$ 40 (Social) e R$ 100 (Cadeira). Sócios podem comprar dois ingressos pela metade do preço, exceto cadeiras.


O SOL DIÁRIO 

Fifa cogita mudança no formato do Mundial de Clubes

Fifa cogita mudança no formato do Mundial de Clubes FABRICE COFFRINI / AFP/AFP

Gestão de Infantino está disposta a fazer mudanças em competições organizadas pela Fifa


Foto: FABRICE COFFRINI / AFP / AFP


A Fifa está em um momento de pensar em mudanças nos torneios que organiza. Além da competição olímpica de futebol, o Mundial de Clubes está na lista. O presidente Gianni Infantino, de acordo com o Lance!, está com a ideia de deixar a disputa mais atrativa. O formato ainda será estudado mais a fundo, mas a edição de 2016 pode ser a última no modelo atual.
Voltar ao modelo anterior, só com a disputa entre o campeão da Libertadores e o da Liga dos Campeões da Europa, é algo descartado, por ser um "tiro no pé" politicamente, porque desagradaria as outras quatro confederações continentais.



Diário Catarinense 

domingo, 28 de agosto de 2016

VERITÀ MODA TEM AS MELHORES MARCAS DE LINGERIES




Na Avenida Getúlio Vargas entre o Palácio dos Esportes e o antigo Hotel Soprana.




Telefone 3322 8535.

Miss Araranguá vence o concurso Miss Santa Catarina 2016

Miss Araranguá vence o concurso Miss Santa Catarina 2016 João Souza / Divulgação/Divulgação


Foto: João Souza / Divulgação / Divulgação


Mariana Guerra, Miss Araranguá, foi a grande vencedora do concurso de beleza Miss Santa Catarina. Ela foi escolhida entre outras 15 concorrentes durante uma cerimônia no Maria's Itajaí no sábado à noite. O título de vice ficou com a Miss Joaçaba, Thainara Latenik. No terceiro, quarto e quinto lugar ficaram as representantes de Itapema, Joinville e Blumenau, respectivamente. 



Diário Catarinense 

quinta-feira, 4 de agosto de 2016

RIO DE LAMA


“Rio de Janeiro você não me dá tempo de pensar, com tantas cores sob esse sol. Mas pra que pensar se eu tenho o que quero, tenho a nega e o meu bolero, a TV e o futebol”.
Minhas impressões de um Rio pré-Olimpíadas.
Três freadas bruscas seguidas na aterrissagem. Nunca tinha passado por tal situação. Impressionou, mas não botou medo. A pista do Santos Dumont deve ser mais curta que a maioria.
No saguão os berros do pessoal dos táxis em disputada busca por clientela, sobressaíam da turba que transitava pelos corredores. Eu preferi contratar o serviço em um balcão e procurei uma fila já na rua, onde me foi indicado o carro que me levaria ao hotel.
Não podia dar muita atenção ao motorista que falava mal do sistema UBER, porque precisava me localizar. Não ocorreram desvios e em pouco tempo, Ipanema, meu destino, já se avizinhava.
Na entrada do hotel um caminhão desentupia o encanamento de esgoto e o odor denunciava o desleixo do poder público e a pouca consideração para com os moradores e turistas.
Instalei-me e logo fui para o calçadão à beira-mar em meio a um tumulto de pessoas, vozes, idiomas e sotaques. Vendedores ambulantes, todos sem qualquer credencial da Prefeitura, abordavam os turistas oferecendo-lhes todo tipo de regalos chinfrins. Tinha até estrangeiro vendendo seu peixe.
Uma senhora tatuada que me estendia pulseiras, disse que “acá no está bien porque ai poca plata”. Se não está bom para vendedor ambulante de Ipanema, imagine-se o que passam os empresários que dão emprego, produzem riquezas e pagam pesados impostos.
A frota de automóveis é composta de carros comuns. Encontrei apenas uma SUV da Porsche e um automóvel da BMW, o resto só nacionais e populares. Deve ser a crise que abala a todos.
Os restaurantes que vi, todos tinham mesas vagas. O tal “Garota de Ipanema”, disputadíssimo, me recebeu meio que de nariz em pé. Não vou entrar em detalhes, mas não indico o botequim para quem gosta de educação e respeito.
Já sentado à mesa, olhei para o outro lado da rua e vi que o colega da Garota, “Vinicius de Moraes” estava com todas as mesas vagas. Levantei-me sob o olhar inquisidor do pequeno garçom e me fui até lá, onde fui muito bem recebido. Comida boa e preço bom.
Pagar para ser mal atendido deve ser masoquismo.
Em três dias ouvi somente um relato de furto de celular e passear pela calçada foi tranquilo. É evidente que há que ficar esperto nessas horas.
O policiamento nas ruas chamava atenção. Exército, Polícia Militar, Guardas Municipais e outros contratados faziam rondas a pé e motorizados. A sensação era de segurança e não me senti vulnerável em nenhum momento, apesar de ter sido alertado pelo pessoal da recepção do hotel sobre assaltos a mão armada.
A moça que me atendeu no café da manhã disse que nas favelas o turista podia entrar sozinho sem medo, porque os chefes do tráfico não queriam a polícia por lá e castigavam o malandro que roubasse alguém de fora da comunidade. Fiquei na planície mesmo. Pobreza se vê em qualquer rincão deste País e “Tropa de Elite” me deu um panorama do modus vivendi do morro.
Corcovado e Pão de Açúcar lotados de gente, a maioria brasileiros. Lá não vi policiamento e imaginei uma gangue ou um islamita fanático aprontando alguma. Grave falha do sistema de segurança pública.
Para ir do Cristo à Urca passamos por uma favela e a guia da Van que peguei impressionou a todos dizendo que se ouvíssemos um “ta-ta-ta” de algum transeunte, deveríamos nos abaixar de imediato porque estaríamos passando por um tiroteio. O romano Marco, à minha frente, arregalou os olhos. Sua obesidade era alvo fácil de alguma bala, perdida ou não. Achei desnecessário o alerta de voz firme e convincente. Nada aconteceu, mas chilenos e europeus que nos acompanhavam ficaram muito preocupados a ponto de uma família de santiaguenses abandonar o passeio na metade do trajeto.
As extensas filas para acesso aos mais famosos pontos turísticos ficavam a céu aberto e sobre chão lamacento. Africanos ou haitianos, faceiros, vendiam guarda-chuvas por vinte reais, o que protegeu a maioria da garoa que passou a cair.
O turismo no Rio de Janeiro, então, deixa a desejar em muitos aspectos, mas o que mais marcou foi a sujeira. Ruas emporcalhadas de todo tipo de dejeto, de canino a humano. Perguntei ao vendedor de coco em frente da catedral e da Petrobrás, a razão do mau cheiro e ele, indignado, disse que o pessoal evacua sob uns arbustos de um canteiro, apesar de existir banheiro a poucos metros de distância. Uma barbaridade. Os homens das cavernas agora são os homens das moitas urbanas, e os ditos civilizados jogam suas porcarias na famosa lagoa. A fedentina está por toda a parte. Da Baía da Guanabara não precisa falar porque todos sabemos que lá tem todo tipo de lixo, de sofá a garrafa pet, de estrume a óleo queimado. Uma podridão.
Para o estrangeiro que aqui aporta deve ser tudo muito exótico, como o zoológico que o Lulinha deixou de limpar faz anos. Devem querer ver como vive um povo comandado por corruptos e ladrões em meio a sujeira ambiental e política, ou estão interessados somente na beleza que a fotografia revela?
Como sediar Olimpíadas em pocilga? Que imagem levarão daqui os nossos visitantes?
A minha impressão não pode ser das melhores e o sentimento é de vergonha.
O Rio de Janeiro continua lindo só em cartão postal, mas “pra que mudar se tenho a nega, o bolero, a TV e o futebol?”

Renato Mauricio Basso
[10:56, 4/8/2016]

“Que mal lhe pergunte, é despeito ou você tem alguma coisa contra?”
Pelo modo meio incisivo de falar, pensei que fosse provocação, mas, logo em seguida, vi que era o jeitão do caboclo que o fazia agir daquela maneira. Maneira rude, mas sincera. Se podia dar crédito.
Sem desrespeitar expliquei o meu posicionamento e gostei quando ele entendeu a lógica, visualizou o conjunto e tirou suas próprias conclusões.
Sempre há de se ter resposta para eventuais argumentações e uma boa dose de didática, mas se o cidadão está antenado, ligado ao caso e ao quadro que se lhe expõe, o sucesso é garantido no se fazer entender e no entendimento.
Concentro-me na solução e não no problema, até por que, o problema era dele, não meu. A solução era fazê-lo ver que o seu caminho estava completamente errado, e ele, sem qualquer mapa ou GPS, dava com o burro no banhado. Saiu do lodo ligeirinho, só com um aviso. Percebeu o quadro todo e a fria em que estava se metendo. Caboclo esperto. Rude, mas esperto.
Na minha didática procuro desenhar o caso, mesmo para os mais letrados, não por subestima-los, mas para me sentir mais seguro no relato.
E tem aquele imbecil que atrapalha o resgate. Com sua teimosia e parca visão, tropeça até na mangueira do soro ao se deparar com ideia alheia. Não quer saber do aviso de perigo e atravessa o sinal vermelho a mil por hora. Suicida, talvez. Ou do estado satânico.
Nessa hora não tem didática que ajeite, nem mesmo pátria educadora. Quando não se quer entender, ou não se pode, a coisa é séria. Há que avaliar se vale a pena orientar o vivente, ou não.
Este foi rude ao perguntar se eu tinha alguma prova contra a Dilma. Rude e imbecil. E a minha resposta foi em uma única palavra “nada”. Não dá para gastar tempo com quem está no fundo da areia movediça. Tiro da lama antes os que podem ajudar no resgate dos mais próximos e menos atolados. Aos que estão só com a mão de fora, acenando, digo adeus.
O imbecil em questão é pré-candidato a vereador, PCdoB ou coisa que o valha, e defendia o PT com raiva e rancor, enfatizando o “golpe” em curso e as conquistas sociais dos últimos treze anos.
Já sabia, todo comunista é fanático, assim como aqueles fundamentalistas que se explodem em público, ignorantes que militam utopias. Quando percebi a qualidade do aprendiz de traquinagem, saí e deixei-o falando sozinho. O cara era rude e insipiente. Terá um ou dois votos, o seu próprio, se encontrar a tecla certa.
Nos meus diálogos quero saber como pensam os pré-candidatos que já estão em campanha e conversarei com alguns. Na semana que vem desenharei um quadro para uma senhora com boas intenções e verei qual é a lente dos seus óculos. Se enxergar bem tem o meu voto.


Renato Mauricio Basso 
Juiz aposentado

quarta-feira, 20 de julho de 2016

CAMINHADA PERIGOSA

20 07 2016


Curso superior, com um bom dinheiro no bolso e no ápice da pirâmide social em sua pequena cidade. A patroa, sempre na coluna do humilde jornal local, também com terceiro grau completo e com a arrogância de quem pensa em ficar em pé.
O fino casal de brasileiros que conheci durante a viagem, meus vizinhos de Estado, se deliciavam com o raro sol do outono, na ampla escadaria da catedral e se fartavam de bananas e tangerinas. O primeiro arremesso nada certeiro foi dele. Errou uma pequena lixeira que estava a uns dez passos e lá deixou a casca de uma banana, no passeio, sem se preocupar com o perigo que ela representava, nem mesmo com a poluição. Deveriam ter noção do convívio em comunidade, mas estavam mais preocupados em registrar sua presença “nas Europa” para mostrar aos amigos e inimigos da sua cidade natal. E registraram! Não só em fotos.
De forma mansa e alcançando-lhes uma sacola plástica que sempre tenho em minha mochila, lhes disse que o povo europeu não estava acostumado com aquela cena e que seria bom se recolhessem a casca de banana para ninguém nela resvalar e as cascas de tangerina que já estavam meio que espalhadas pelos degraus.
Sua reação não me causou espanto, não precisa dizer por quê. Argumentaram com sorriso de canto de boca, que naquele País rico deveria ao menos ter uns garis para recolher o lixo de quem lá deixava seu suado dinheirinho...
A casca de banana eu recolhi e a deixei dentro da sacolinha junto deles.
Lembrei hoje, domingo de sol pleno, do distinto casal, quando fui caminhar pela Estrada da Rainha. É que na descida rumo a Praia Brava quase fui alvo de uma garrafa de cerveja vazia jogada de um carro em movimento. Dez da manhã e já havia bêbado mal-educado enchendo a paciência do freguês por aquelas bandas.
Não me incomodei pelo fato de quase ser atingido e tomei uma atitude ainda no campo de visão do desleixado. O radar fixo da rodovia o fez diminuir a marcha e ele pode me ver juntando o seu lixo. Seu retrovisor externo denunciava sua curiosidade enquanto eu já alcançava a lixeira para depositar a garrafa. Em outro carro que passava, também percebi um sorriso maroto do motorista ao flagrar-me juntando lixo no passeio da bela rodovia.
Qual o tipo de sanção para um relaxado desse tipo? Na Europa é multa pecuniária, na certa. Aqui no Brasil, nada. A impunidade está nas mais corriqueiras atitudes e se estende aos corruptos engravatados. Questão de cultura, de educação. O engraçado é que ficam gozando da cara de quem quer mudança. O porcalhão na risadinha e o da gravata no desdém ao povo, ao Judiciário, a tudo. Não me aborreço. Faço a minha parte.
E para terminar o passeio, fui atropelado por uma bicicleta conduzida a mil por hora por uma senhora sessentona. Nada grave. Mas, ela invadiu a pista de uso comum dos pedestres e dos ciclistas repentinamente, sem qualquer sinal de alerta e sem usar o freio. O pneu bateu-me numa das pernas e está tudo bem. Só que, quase apanhei da mulher ao pedir que ela tivesse mais cuidado com quem caminha.
Como o povo brasileiro só aprende na base do castigo, necessário se faz criar leis com multas pesadas para quem joga lixo por aí e regulamentação de trânsito para bicicletas com obrigação do uso de alertas sonoros, aqueles presos ao guidão. No mais, propaganda frequente em rádio e televisão ensinando o povo normas de cidadania e boa convivência.
Alguns corruptos estão se vendo com Moro...
Como será que aquele casalzinho andaria de bicicletas em meio a pedestres...?

 

Renato Mauricio Basso

Juiz aposentado

domingo, 10 de julho de 2016

GRATIDÃO COMO PRESENTE

09 07 2016


Hoje o meu velho pai faria 107 anos de idade. Dispenso o complemento “se vivo fosse” por razões óbvias.
Mas ontem, antecipadamente, dei a ele o meu presente mais caro, a lembrança da sua presença na minha vida. A coisa foi mais ou menos assim, peguei uma tesoura de poda e fiz uma arrumação geral num pé de acerola no pátio de um amigo.
Ao comprimir os cabos da cortadeira manual lembrava de como meu pai e o pai dele me ensinaram na lida da poda de parreiras, figueiras e demais árvores frutíferas que possuíamos em nosso “latifúndio” urbano.
É uma questão de domesticação, ou educação, como queiram. Bati com a cara no muro muitas vezes e o velho sempre esteve ao meu lado para me dar o rumo certo.
A domesticação da planta requer conhecimento, técnicas de direcionamento, de adubação, de seleção de sementes. Os antigos aprenderam domesticar o trigo, o arroz, as árvores e os animais em seu favor, para que houvesse maior segurança, longevidade, tudo em equilíbrio com o todo, para que se tenha maior produtividade, progresso, fartura, só coisa boa.
Os nossos ancestrais aprenderam que educar o rebento para um caminho sem muita complicação, sem muito cascalho, nos trilhos da honestidade, em busca sempre do bom dever cumprido, é o rumo da felicidade.
Obrigado seu Otero e nono Ricardo. Valeram seus esforços! Tenho certeza que hoje estão satisfeitos aí no outro nível, ao ver sua família unida e batalhando ao lado dos bem intencionados. Mostro aos meus filhos e neta o mesmo caminho.
E a ramada que o pé de acerola construiu ao longo de alguns anos sem direcionamento, eu fui desbastando devagar e atento. O tronco está saudável, e forte galhada impulsiona a árvore para cima, em busca de luz. Vale a pena cuidar, dar atenção. Cortem-se os galhos mortos, os doentes e os mirrados, para que a planta possa usar toda sua seiva, seu vigor, na concepção de bons frutos e boas sementes. A poda é essencial para se ter uma boa árvore com boa produção, e é um trabalho dignificante, construtivo.
Rapaz, deixei a planta enxuta! Só galhos bons, com boa luminosidade e sem aquela trama toda de galhos podres, de peso morto, a prejudicar seu crescimento.
Quero que minha produção tenha vida plena e que dê bons frutos.
Quero atravessar a fronteira da vida sem pedras de rancores e omissões na minha mochila. Dinheiro e patrimônio não dá para levar junto, mas quem sabe um excelente filme na memória? Não custa tentar.
Feliz aniversário, meu velho! Obrigado pelos ensinamentos e pelas podadas que me deu!

 

Renato Mauricio Basso
Juiz aposentado